sábado, 26 de abril de 2014

Severina, morte e vida


Há tempos de morte e há tempos de vida.

Ninguém, por mais desgraçado que seja,
vive só nas trevas.
Não há mal que perdure sempre,
não há sorte imutável.
Lembra-te: nenhum destino está selado,
nasce-se e morre-se a cada estação,
a cada dia.

Sempre haverão os tempos de morte, mas noutros, vida
Sê firme e verás.

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